Dia 06 (26/02/2019)

Sierra Gorda/CH x Antofagasta/CH

Saímos perto das 06h em direção a Antofagasta. A estrada com pista dupla e ótima conservação e pedagiada.

Encontramos esse geóglifo visível da estrada. No google maps está sinalizado como Geóglifo de Baquedano. Pesquisei e descobri que foi feito por um artista chileno e não por povos antigos. https://www.chileestuyo.cl/que_hacer/geoglifo-sueno-y-esperanza/

Chegamos em uma praça de pedágio e já aconteceu uma coisa chata. Os pesos chilenos tinham acabado, tínhamos gasto tudo o que cambiamos no posto anterior que não aceitava cartão. Então o meu filho Matheus desceu do carro e cambiou 10 Reais com um caminhoneiro que estava na fila atrás de nós. Ainda bem que deu certo, pois não tínha nenhum cidade próxima, íamos ter que voltar muitos kms para cambiar.

A partir do pedágio, a descida continua. Mas agora é muito mais sensível e íngreme. Deve ser pelo menos 40km de declive acentuado. Haja freio. Chegamos em Antofagasta.

Como o check-in no hotel era após 13h e ainda era nem 10h. Então fomos dar uma volta pela cidade.

Sendo Antofagasta uma grande cidade portuária já era de se esperar que fosse bem movimentada. E encontramos o oásis para compras dos viajantes: Hipermercado… sim achamos um. Da mesma rede WalMart, lá chamado de Líder.

Tinha muito desses itens a 1000 pesos chilenos… muita coisa! Convertido davam perto de 6 reais.

Compramos um fogareiro portátil o preço estava muito bom, cerca de 100 reais convertido. Os refis estavam baratos também, cerca de 7 reais, pegamos 4. Durante a viagem descobrimos que devíamos ter pego uns 10 pelo menos…fez falta.

Já instalados no Hotel, tomamos todos um banho revigorante.

Partimos após o almoço para conhecer a “mano del desierto“. Fica uns 70km em direção ao sul de Antofagasta no caminho para Santiago.

Ao entorno de Antofagasta existem muita atividade industrial e extração de minério… o trânsito de veículos pesados é intenso!

Paramos no caminho para aquelas fotos clássicas no meio do deserto, e pedir buzina pros caminhões!

Para ver a mão do deserto saímos da rota, mas é uma experiência ímpar. É por demais místico e emblemático essa escultura!

Voltamos para Antofagasta, e ficamos no hotel o restante da tarde e a noite… estávamos muito cansados e era preciso recompor as energias.

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