Dia 10 (02/03/2019)

Nazca x Ica

Nosso guerreirinho Felipe permanecia internado. Enquanto isso tratamos de achar um lugar para lavar as roupas. Encontramos um posto de combustível chamado Oásis onde pudemos usar a água a vontade para lavar e secar as roupas.

A rodovia Carretera Sur passa no perímetro urbano da cidade de Nazca. Mas as ruas da cidade são relativamente estreitas e um movimento muito grande de veículos, principalmente nas avenidas principais. Semáforos em quase todos os cruzamentos. Carros estacionados nas ruelas dificultam muito o tráfego na região central.

A praça central chamada Plaza de Armas de Nazca tem muitas árvores e bancos que fornecem sombra para descanso nos bancos. Refúgio para nós que estávamos esperando a alta do Felipe. Em volta dessa praça se concentram bancos, caixas eletrônicos, farmácias.

Felipe teve alta por volta das 14h00. Já tínhamos organizado tudo para continuar a viagem.

De Nazca partimos em direção a Ica onde tínhamos reservado um espaço num camping.

No caminho, após uns 30 kms após sairmos de Nazca paramos no mirante das linhas de Nazca. O ingresso para subir no mirante custa 2 Soles por pessoa, para estudantes e menores de 12anos 1 Sol. Um mirante maior está sendo construído do outro lado da rodovia.

Linhas de Nazca / Mirante Carretera Sur https://goo.gl/maps/vNVgfuFBCL2tC5Gv7

Foi possível ver facilmente a “Aranha”, o “Pássaro” e o “Lagarto”, neste último a rodovia foi constrúida sobre o que seria o rabo. Uma pena. A visão desse geóglifos realmente nos faz questionar o que significam e para quem apareceriam essas imagem, considerando que não existia qualquer tipo de recurso que tornasse possível serem visto de cima pelos que construíram. Intrigante.

Como o Felipe não estava 100%, ele ficou no carro com a Are enquanto subimos. Fizemos uma visita rápida, já era 4 da tarde e tinha muito chão ainda até chegar em Ica, tinhamos a rodar ainda quase 120km até chegar no camping e ainda curtir as dunas antes de anoitecer. Dá-lhe Carretera montanha acima e montanha abaixo…

Chegamos em Ica, uma cidade relativamente grande em relação as outras que passamos no Peru. Trânsito coalhado de tuc-tucs, atrasou muito nossa chegada no camping.

Conseguimos encontrar o camping, mesmo com um pouco de dificuldade para localizar, pois o acesso passa por uma espécie de condomínio particular com porteiro e passar por um atalho que dá impressão de estar passando pelo quintal de outras pessoas, enfim… valeu a pena! Era esse aí o Camping Sol y Dunas

Dunas gigantes, gigantescas… Eu não consegui subir nem na metade. Os meninos subiram até o topo. O lugar fornecia as pranchas para sandboard , sem qualquer custo. Pagamos a hospedagem lá mesmo em dinheiro, 10 Soles por pessoa…

O Felipe já estava tão recuperado que subiu até o topo onde estava os irmãos dele. Uma pena que chegamos muito perto de anoitecer. Deu para os meninos brincarem um pouco nas dunas.

Então descerão e vieram para o jantar que a Are e a Neide prepararam. Hora de relaxar, as últimas noites tinham sido muito aceleradas!…

Diogo encontrou um amigo…

Já tínhamos o plano de sair bem cedo. Se os meninos quisessem aproveitar um pouco mais as dunas até o café da manhã ficar pronto, teriam que ir dormir logo. Estávamos muito esgotados. Colchões inflados nas barracas, dormimos!

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